Guarda Compartilhada e Convivência em BH
Construímos o arranjo de guarda que protege os filhos e respeita o papel de cada genitor. Sempre com base no melhor interesse da criança.
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Foco no bem-estar da criança
Cada decisão é pensada primeiro pelo impacto emocional e prático na rotina do filho, depois pela conveniência dos pais.
Plano de convivência realista
Criamos um calendário detalhado — semanas, finais de semana, férias, feriados e datas afetivas — que funciona na vida real.
Defesa em casos de alienação
Atuação firme quando há interferência indevida no vínculo parental, com pedidos de perícia psicológica e medidas protetivas.
Sobre Guarda e Convivência
Desde a Lei 13.058/2014, a guarda compartilhada é a regra no Brasil — os dois genitores dividem responsabilidades e decisões importantes sobre a vida do filho (escola, saúde, religião, viagens, atividades extracurriculares), ainda que a criança tenha uma residência principal. Guarda unilateral é exceção, aplicada quando um dos genitores não tem condições ou manifesta desinteresse. Importante separar dois conceitos que costumam ser confundidos: guarda (quem decide sobre a vida do filho) é coisa diferente de convivência (quem fica com o filho em quais dias). Os dois pais podem ter guarda compartilhada e, ainda assim, a criança morar majoritariamente com um deles, com convivência regular do outro nos finais de semana, em uma noite por semana e em metade das férias.
Em Belo Horizonte, as Varas de Família priorizam fortemente o convívio saudável com os dois lados. A mediação familiar é incentivada antes da audiência inicial, e o estudo psicossocial — feito por equipe técnica do TJMG, com entrevistas individuais e visita domiciliar — é recorrente em casos de disputa. Na prática, um bom plano de convivência precisa ser detalhado: quem pega na escola em quais dias, como serão as férias escolares de julho e janeiro, feriados prolongados, aniversário da criança, datas dos pais, viagens internacionais (que exigem autorização específica com firma reconhecida). Quanto mais específico o acordo, menos conflito depois — e menor a chance de retorno à Justiça por descumprimento ou interpretação divergente do que foi combinado.
O trabalho do Di Toledo Advocacia em guarda e convivência começa sempre com uma pergunta: o que essa criança precisa hoje e nos próximos anos? A Kaira Toledo conduz a negociação com o outro lado com esse norte, constrói o plano de convivência por escrito e, quando necessário, leva o caso à Justiça com todas as provas — registros de mensagens, relatórios escolares, laudos médicos, depoimentos de cuidadores. Em situações delicadas (suspeita de abuso, alienação parental grave, instabilidade emocional do outro genitor), atuamos com psicólogos parceiros e assistentes sociais para embasar pedidos de guarda unilateral, supervisão de convivência ou afastamento temporário, sempre com o cuidado de não instrumentalizar a criança nem inflar narrativas que enfraqueceriam o caso.
Quando procurar um advogado
- ● A separação está próxima e você precisa definir como ficará a rotina dos filhos
- ● O outro genitor impede ou dificulta sua convivência com a criança
- ● Você percebe sinais de alienação parental vindos do outro lado
- ● A criança relata desconforto, insegurança ou medo no ambiente do outro genitor
- ● Você precisa alterar a guarda ou o regime de convivência já homologado
- ● Surgiu necessidade de mudança de cidade, estado ou país e o outro genitor não autoriza ou questiona a viagem
Riscos de agir sem orientação jurídica
Guarda e convivência definidas sem acompanhamento jurídico costumam gerar arranjos desequilibrados que prejudicam a criança no longo prazo. Acordos verbais entre pais, mesmo quando bem-intencionados, se desfazem quando surgem novos relacionamentos, mudanças de cidade ou simples cansaço. Sem decisão homologada, quem quer exercer o direito não tem como executar. E em casos sensíveis — suspeita de violência, uso de drogas ou alienação parental — a ausência de um advogado significa perder janelas processuais cruciais para pedir avaliação psicológica, estudo social ou suspensão liminar do convívio.
Perguntas frequentes
Guarda compartilhada significa dividir a criança pela metade da semana?
Posso pedir guarda unilateral?
O que é alienação parental e como provar?
Posso mudar de cidade com meu filho sem consulta ao outro?
O filho pode escolher com quem quer morar?
Precisa de orientação em Guarda e Convivência?
Conte sua situação para a Kaira — atendimento 24h em Belo Horizonte.
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